Por que um scanner rápido ainda pode gerar uma operação lenta? 

Um scanner pode digitalizar dezenas de páginas por minuto e, ainda assim, não tornar a rotina realmente mais rápida. Isso porque a produtividade não depende apenas da velocidade. Interrupções, alimentação inadequada, retrabalho e dificuldade para lidar com diferentes tipos de documentos também podem atrasar o processo e tornar muito mais “caótica” a experiência de digitalização do seu time. 

Mas, como isso pode impactar a minha operação? Continue a leitura e entenda por que um scanner profissional precisa ir além das “páginas por minuto”.

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1. O scanner é rápido, mas precisa ser abastecido o tempo todo 

Imagine uma rotina com centenas ou milhares de páginas para digitalizar. Se o alimentador comporta poucas folhas, alguém precisa voltar ao equipamento várias vezes para inserir novos lotes. Isoladamente, cada pausa parece pequena. Ao longo do dia, porém, elas se acumulam e tornam o processo cada vez mais engessado. 

Por isso, não basta olhar apenas para quantas páginas o scanner consegue digitalizar por minuto. A capacidade do alimentador também influencia diretamente o ritmo do trabalho. 

2. Nem todos os documentos chegam do mesmo jeito 

Na rotina real de uma empresa, dificilmente todos os documentos têm o mesmo formato ou espessura. Em um momento, podem chegar pilhas de folhas comuns. Em outro, materiais mais espessos ou documentos que exigem uma forma diferente de alimentação. 

Então, após o processo de separação, se o seu equipamento não conseguir digitalizar tipos de documentos diferentes o fluxo pode ser interrompido e essas interrupções podem custar dinheiro e, principalmente, tempo para os seus projetos. 

3. A digitalização não começa quando a folha entra no scanner 

Outro ponto importante é considerar todo o tempo envolvido na tarefa. Preparar documentos, organizar lotes, acompanhar a digitalização e conferir os arquivos também fazem parte da rotina. Por isso, um equipamento pode ser muito rápido na captura e ainda assim não trazer o ganho esperado se exigir muitas intervenções ao redor dela. É por isso que produtividade não deve ser medida apenas em páginas por minuto, mas pelo tempo que a equipe realmente precisa dedicar à digitalização. 

Então, o que faz diferença de verdade? 

É a combinação entre velocidade, capacidade e versatilidade. O Ricoh Fi-8170reúne essas características com velocidade de até 70 páginas por minuto, alimentador para até 100 folhas A4, capacidade diária de até 10 mil digitalizações e modo de alimentação manual para documentos com até 7 mm de espessura, como passaportes e carteiras de trabalho. 

Na prática, isso permite trabalhar com lotes maiores e lidar com diferentes tipos de documentos sem complicar tanto a rotina. Porque, no fim, um scanner rápido pode economizar alguns segundos na captura. Um scanner adequado à demanda pode ajudar a economizar tempo em toda a digitalização. 

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