Scanners para preservação de acervos: como escolher a melhor solução?
A preservação de acervos exige muito mais do que armazenar documentos em boas condições. Quando livros raros, mapas, manuscritos, jornais antigos e outros materiais históricos precisam ser digitalizados, a escolha do equipamento faz toda a diferença.
Ou seja, um scanner inadequado pode gerar imagens com baixa qualidade, exigir manuseio excessivo e até comprometer documentos que não podem ser substituídos. Por isso, antes de investir em uma solução, é fundamental entender quais características realmente importam.
Continue a leitura e descubra o que avaliar para escolher um scanner capaz de preservar o acervo físico e, ao mesmo tempo, criar arquivos digitais com alta qualidade.

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Considere o tipo de material que será digitalizado!
Primeiramente, análise quais documentos fazem parte do acervo! Livros, revistas e manuscritos encadernados exigem uma solução que preserve a lombada e evite pressão excessiva sobre as páginas. Já mapas, plantas, cartazes e jornais de grandes dimensões precisam de equipamentos preparados para trabalhar com formatos maiores sem exigir dobras ou adaptações.
Também é importante avaliar a fragilidade dos materiais. Documentos antigos podem apresentar páginas sensíveis, bordas desgastadas ou encadernações delicadas, o que torna o manuseio um ponto decisivo durante a digitalização. Escolher um scanner de acordo com o perfil do acervo reduz riscos e garante um processo mais seguro.
A preservação física deve vir em primeiro lugar!
Em projetos de digitalização histórica, não basta capturar a informação. É preciso proteger o documento original durante todo o processo. Equipamentos convencionais podem exigir que o material seja pressionado contra uma superfície, desmontado ou reposicionado diversas vezes. Essas ações aumentam o risco de rasgos, deformações e danos às encadernações.
Scanners desenvolvidos para preservação trabalham de forma mais cuidadosa, reduzindo o contato e evitando procedimentos que comprometam a integridade dos materiais. Esse cuidado é essencial para bibliotecas, museus, universidades, arquivos públicos e instituições responsáveis por documentos de valor histórico, cultural ou científico.
A qualidade da imagem é muito importante!
A digitalização de um acervo não deve apenas reproduzir o conteúdo de forma legível. Ela precisa preservar detalhes que podem ser importantes para pesquisas, restaurações e consultas futuras. Anotações manuscritas, carimbos, selos, texturas, variações de cor e pequenas marcas podem carregar informações relevantes sobre a origem e a história do documento.
Por isso, a solução escolhida deve entregar boa definição, fidelidade de cores e riqueza de detalhes. Quanto maior a qualidade da captura, mais útil será o arquivo digital para pesquisadores, estudantes e profissionais responsáveis pela preservação. Uma imagem de qualidade também reduz a necessidade de repetir o processo, evitando novo manuseio dos documentos originais.
Avalie a variedade de formatos do acervo
Muitos acervos não são compostos por apenas um tipo de material. Uma mesma instituição pode armazenar livros, fotografias, mapas e obras de diferentes dimensões. Nesse caso, é importante investir em soluções que ofereçam flexibilidade ou combinar equipamentos preparados para aplicações distintas.
A linha BookTEK, da Image Access, atende especialmente livros, revistas, manuscritos e documentos encadernados. Seu sistema de digitalização permite capturar as páginas com segurança, preservando a estrutura física do material e entregando imagens de alta qualidade.
Já a linha WideTEK foi desenvolvida para mapas, plantas, jornais, cartazes e outros documentos de grande formato. Esses equipamentos permitem digitalizar materiais extensos sem dobrá-los, mantendo proporções, linhas e detalhes visuais com precisão.
BookTEK ou WideTEK: qual solução escolher?
A escolha depende das características do acervo e dos objetivos da instituição. Ou seja, para livros raros, manuscritos, revistas e materiais encadernados, a linha BookTEK oferece uma digitalização cuidadosa, protegendo a lombada e preservando a estrutura das obras.
Já para mapas, plantas, cartazes, jornais e documentos de grandes dimensões, a linha WideTEK proporciona mais segurança e precisão, eliminando a necessidade de dobrar ou adaptar o material.
Escolha uma tecnologia preparada para preservar a história
O scanner ideal para preservação de acervos não deve ser escolhido apenas pela velocidade ou pelo tamanho do documento suportado. Além disso, é necessário avaliar a segurança durante o manuseio, a qualidade de imagem, a variedade de formatos, a produtividade e a forma como os arquivos serão utilizados após a digitalização.
Com as linhas BookTEK e WideTEK, a Image Access oferece soluções desenvolvidas para instituições que precisam preservar documentos únicos, garantir alta qualidade de captura e ampliar o acesso ao seu patrimônio documental.
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