Calor e insulina não combinam: veja como proteger a sua

Calor e insulina nunca foram uma boa combinação e, diante dos recordes de temperatura cada vez mais frequentes, esse alerta liga uma pequena sirene na cabeça de pacientes com Diabetes Tipo 1 ou 2. Afinal, enquanto o planeta enfrenta ondas de calor históricas, muitas pessoas com diabetes seguem expondo suas canetas de insulina a riscos silenciosos que podem comprometer totalmente seu tratamento.

Mas, existe uma forma de amenizar o calor e proteger a caneta de insulina? Para sua sorte, sim, existe! E nesse artigo você vai saber qual é, então continue a leitura para descobrir.

o calor pode estragar sua insulina, veja como proteger seu medicamento usando o vivi cap

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Calor extremo: um risco invisível para quem usa insulina

Atualmente, com previsões indicando anos cada vez mais quentes e cidades brasileiras batendo recordes de temperatura, o cuidado com medicamentos sensíveis nunca foi tão necessário. Nesse contexto, calor e insulina formam uma combinação perigosa, pois a insulina é altamente sensível a variações térmicas e pode perder sua eficácia sem apresentar sinais visíveis.

Além disso, quando a insulina é exposta a temperaturas acima do recomendado, superiores a 30°C, sua estrutura molecular começa a se degradar. Consequentemente, mesmo que a aplicação seja feita corretamente, o efeito esperado pode não acontecer, colocando o controle glicêmico em risco.

O que acontece quando a insulina esquenta demais?

Primeiramente, é importante entender que a insulina não “avisa” quando está danificada. Ou seja, ela pode parecer normal, mas não agir corretamente no organismo. Assim, o paciente pode enfrentar hiperglicemias frequentes sem compreender o motivo, mesmo seguindo todas as orientações médicas.

Situações comuns que colocam sua insulina em perigo

No dia a dia, diversas situações favorecem a exposição da insulina ao calor. Por exemplo, deixar a caneta dentro do carro, carregá-la em mochilas sem proteção térmica ou enfrentar longos períodos ao ar livre pode elevar rapidamente a temperatura do medicamento. Além disso, em cidades com clima quente ou durante ondas de calor intensas, até mesmo trajetos curtos podem comprometer a insulina. Por isso, confiar apenas na “sensação térmica” não é suficiente quando falamos de calor e insulina.

A importância de proteger a insulina fora da geladeira

Embora muitas pessoas saibam que a insulina deve ser refrigerada antes do uso, poucas entendem como protegê-la após o início da utilização. Nesse sentido, manter a temperatura adequada fora da geladeira se torna um verdadeiro desafio, principalmente em ambientes quentes.

Como o VIVI Cap ajuda a proteger sua insulina do calor?

Nesse cenário, o VIVI Cap surge como um grande aliado no cuidado com a insulina. Diferente de estojos térmicos comuns, ele utiliza tecnologia de controle térmico para manter a temperatura da caneta dentro de uma faixa segura (entre 20ºC e 25ºC), mesmo em ambientes quentes. Além disso, o VIVI Cap é portátil, discreto e fácil de usar, o que facilita a rotina de quem precisa levar a insulina para o trabalho, viagens ou atividades ao ar livre.

Atenção: sua insulina merece proteção todos os dias

Em resumo, calor e insulina não combinam, e ignorar essa realidade pode trazer consequências sérias. No entanto, com informação correta e o uso do VIVI Cap, é possível enfrentar o calor com muito mais segurança. Proteger sua insulina hoje é garantir um tratamento eficaz amanhã. Não espere que os efeitos do calor apareçam para agir, clique no card abaixo e adquira o seu VIVI Cap hoje mesmo.

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