Por que fotografar uma obra de arte pode não ser suficiente?

Você já tentou fotografar um quadro e percebeu que, na foto, ele simplesmente não parecia igual? A cor ficou um pouco diferente, surgiu um reflexo onde não deveria ou aqueles pequenos detalhes que chamam atenção quando vemos a obra de perto praticamente desapareceram.

Isso não significa necessariamente que a câmera seja ruim. O problema é que registrar uma obra de arte com fidelidade é muito mais difícil do que parece. Aliás, quando queremos apenas publicar uma foto nas redes sociais ou guardar uma lembrança, isso provavelmente não será um grande problema. Mas, e quando aquela imagem precisa representar o original com muito mais precisão? É aí que a diferença começa a aparecer.

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Uma pequena mudança de luz pode mudar a obra

Experimente fotografar o mesmo quadro em diferentes momentos do dia. Mesmo sem mudar a câmera, provavelmente as fotos não ficarão exatamente iguais. Isso acontece porque a iluminação influencia diretamente a maneira como enxergamos as cores. Além disso, superfícies brilhantes podem criar reflexos, uma iluminação lateral pode gerar sombras e até o ângulo da câmera pode interferir no resultado.

Agora, imagine que essa fotografia será utilizada para fazer uma reprodução da obra. Uma pequena diferença que parecia insignificante no celular pode se tornar muito mais perceptível quando a imagem é ampliada ou impressa.

E aqueles detalhes que só aparecem quando chegamos perto?

Essa é uma das partes mais interessantes. Quando observamos uma pintura de longe, enxergamos a imagem completa. Mas, basta chegar um pouco mais perto para descobrir outro universo. São pequenas pinceladas, diferentes camadas de tinta, traços delicados e até irregularidades na superfície.

Em algumas pinturas, você consegue literalmente perceber o caminho feito pelo pincel. Por isso, preservar uma obra digitalmente não significa apenas conseguir uma imagem bonita dela. Significa tentar registrar, também, os pequenos detalhes que fazem aquela obra ser única.

Como digitalizar uma obra sem encostar nela?

Essa é uma das dúvidas mais comuns de quem trabalha com preservação de acervos. Quando pensamos em um scanner, normalmente imaginamos um documento colocado sobre um vidro ou passando por dentro de um equipamento. Obviamente, não dá para fazer isso com uma pintura delicada, uma tela recém-pintada ou uma obra de grandes dimensões. É justamente por isso que existem scanners desenvolvidos especificamente para esse tipo de trabalho!

O Image Access WideTEK 60ART, por exemplo, realiza a digitalização sem contato com a superfície. A obra permanece posicionada em sua mesa móvel enquanto o equipamento realiza a captura e isso permite trabalhar com pinturas, desenhos, telas emolduradas e outros materiais que precisam ser preservados durante todo o processo, sem encostar nada no original. Ou seja, com total segurança e sem riscos de danos oriundos do toque.

Um scanner consegue registrar até uma pincelada?

Sim, e é aqui que a tecnologia fica ainda mais curiosa. Uma pintura não é totalmente plana. Em uma tela pintada a óleo, por exemplo, a tinta pode formar pequenos relevos. Dependendo da técnica utilizada, essas diferenças fazem parte do próprio estilo do artista. O WideTEK 60ART consegue realizar a digitalização 3D da superfície, registrando essas variações de relevo.

Na prática, isso significa que a digitalização pode guardar informações que vão além das cores e do desenho da obra. Somado à resolução de até 1200 dpi, isso permite observar pequenos detalhes mesmo quando a imagem digital é ampliada.

Então, uma câmera não serve para fotografar obras?

Serve, sim. A diferença está no objetivo! Se você precisa de uma imagem para publicar nas redes sociais, apresentar um trabalho ou simplesmente manter um registro, uma boa fotografia pode resolver perfeitamente.

Mas, quando falamos de preservação de acervos, reprodução Fine Art documentação de obras ou criação de arquivos digitais em alta qualidade, cada detalhe passa a importar muito mais. E é justamente nesses casos que equipamentos específicos para digitalização de arte, como o WideTEK 60ART, fazem sentido.

Conheça mais sobre o WideTEK 60ART

Uma obra de arte carrega detalhes que vão muito além da imagem que enxergamos de longe. Cores, traços, texturas e pinceladas fazem parte de sua identidade e, quando o objetivo é preservá-la ou reproduzi-la, cada um desses elementos importa. Quer descobrir como o WideTEK 60ART pode transformar a digitalização e reprodução de obras de arte? Fale com o nosso time comercial e conheça todas as possibilidades do equipamento, clique no card abaixo.

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