3 mitos comuns sobre o cuidado com a insulina
Cuidar corretamente da insulina é parte essencial do tratamento do diabetes. No entanto, apesar de ser um medicamento amplamente utilizada, muitos mitos ainda circulam por aí e acabam colocando em risco a eficácia do tratamento, muitas vezes sem que o paciente perceba.
O problema é que a insulina “não avisa” quando perde sua eficácia. Aliás, ela pode até parecer normal, mas estar comprometida da mesma forma. Por isso, entender o que é mito e o que é verdade faz toda diferença no controle glicêmico diário.
Em seguida, vamos esclarecer 3 mitos comuns sobre o cuidado com a insulina que você precisa abandonar, confira!

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Por que tantos mitos ainda existem?
Antes de falarmos dos mitos sobre o cuidado com a insulina em si, é importante entender por que eles continuam tão presentes. A insulina é usada há décadas, o que faz muitas pessoas acreditarem que já sabem tudo sobre ela. No entanto, rotinas mudaram, o clima mudou e a forma como nos deslocamos também. Como resultado, práticas antigas passaram a ser repetidas sem questionamento, mesmo quando já não oferecem a proteção necessária. É justamente aí que os mitos ganham força, se espalham e passam a ser tratados como verdades. Para evitar erros que comprometem o tratamento, vale identificar quais dessas crenças realmente fazem sentido e quais precisam ser deixadas para trás. É sobre isso que falaremos a seguir.
“Se a insulina não congelou, ela está boa para uso”
Esse é o primeiro dos mitos, um dos equívocos mais perigosos. Embora o congelamento realmente inutilize a insulina, o calor excessivo também é altamente prejudicial. Quando exposta a temperaturas acima de 30°C, a insulina começa a sofrer degradação molecular. O problema é que esse processo é silencioso:
- a aparência não muda
- a cor permanece a mesma
- não há cheiro ou textura diferentes
Mesmo assim, a eficácia pode estar reduzida, o que impacta diretamente o controle da glicemia. Ou seja, não congelar não significa estar segura.
“Usar bolsa térmica com gelo sempre protege melhor”
À primeira vista, parece lógico pensar que quanto mais frio, melhor. Porém, esse raciocínio pode causar o efeito oposto. Afinal, a temperatura pode baixar drasticamente e congelar o medicamento, algo que estraga totalmente suas propriedades e acaba inutilizando a insulina. Então, para que fique claro, bolsas térmicas com gelo ou gel packs:
- podem provocar congelamento acidental da insulina
- geram oscilações térmicas conforme o gelo derrete
- exigem atenção constante do usuário
O contato direto com temperaturas muito baixas pode danificar a insulina de forma irreversível. Por isso, excesso de frio também é um risco, especialmente no uso diário.
“No dia a dia, não preciso me preocupar com a temperatura da insulina”
Esse mito é um dos mais comuns, e mais prejudicial. Especialmente entre quem convive com o diabetes há muitos anos e já incorporou o uso da insulina à rotina. No entanto, é justamente no dia a dia que mora o maior risco. Pequenas exposições repetidas ao calor, como deixar a caneta dentro da bolsa, carregá-la no bolso, passar horas fora de casa ou enfrentar ambientes quentes, parecem inofensivas isoladamente, mas causam um efeito cumulativo silencioso.
Com o tempo, essas variações térmicas degradam a insulina de forma gradual, sem alterar sua aparência ou textura. O resultado aparece depois: doses que já não respondem como antes, picos glicêmicos inesperados e maior dificuldade no controle do diabetes. Ou seja, ignorar a temperatura na rotina não facilita o tratamento, compromete ele aos poucos.
Como evitar esses erros no dia a dia?
Diante de tantos riscos silenciosos, a melhor estratégia é reduzir a dependência de improvisos e do fator humano. É aqui que o VIVI Cap se destaca. Diferente das bolsas térmicas tradicionais, ele atua diretamente na caneta de insulina, mantendo a estabilidade térmica contínua, sem gelo, sem energia elétrica e sem necessidade de manutenção.
Ao proteger automaticamente a insulina contra calor excessivo e frio extremo, o VIVI Cap ajuda a evitar justamente os erros citados nos mitos: aquecimento silencioso, congelamento acidental e descuidos na rotina. Para quem usa insulina diariamente, ele oferece mais segurança, previsibilidade e tranquilidade, transformando o cuidado térmico em algo simples e confiável.
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