Você sabia que um scanner pode digitalizar superfícies com relevo?
Quando você pensa em um scanner, provavelmente imagina uma folha de papel sendo transformada em um arquivo digital. Mas, e se colocássemos uma moeda, um material em Braille ou até um componente eletrônico sobre o scanner? Pode parecer estranho à primeira vista, mas existem equipamentos capazes de ir muito além da digitalização de papéis.
Hoje, a tecnologia permite registrar características presentes na própria superfície de diversos materiais, abrindo possibilidades para áreas como preservação, pesquisa, documentação técnica e controle de qualidade.
É justamente aqui que a digitalização começa a ficar muito mais interessante. Afinal, o que realmente é possível digitalizar em um scanner flatbed? Continue a leitura e descubra!

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Quando a superfície também importa
Imagine uma moeda. Fotografá-la ou digitalizá-la de maneira convencional pode registrar suas cores e seu formato, mas determinados detalhes presentes na superfície também podem ser importantes para análise, documentação ou criação de um registro digital.
O mesmo acontece com diferentes materiais utilizados em instituições, empresas e operações técnicas. Com a tecnologia adequada, é possível trabalhar com aplicações como:
- Moedas e medalhas: registro de inscrições, desenhos e detalhes presentes na superfície;
- Materiais com Braile: captura visual dos pontos em relevo;
- Componentes eletrônicos: documentação visual de placas e pequenos componentes;
- Amostras e materiais técnicos: criação de registros digitais para consulta, comparação e documentação;
- Objetos planos ou com pequenos relevos: digitalização de materiais que fogem do formato tradicional de uma folha de papel.
Isso abre espaço para utilizar o scanner não apenas como uma ferramenta de gestão documental, mas também em atividades de pesquisa, preservação, documentação técnica e controle de qualidade.
E como essa digitalização é possível?
Para atender a esse tipo de demanda, o equipamento precisa oferecer recursos que vão além daqueles encontrados em scanners voltados exclusivamente para documentos.
O Image Access WideTEK 25-650, por exemplo, conta com o recurso 3D Surface Scanning, desenvolvido para capturar características visuais de superfícies com maior riqueza de detalhes. Essa possibilidade amplia bastante os cenários de utilização do equipamento, principalmente quando existe a necessidade de registrar materiais que apresentam texturas ou pequenos relevos.
E ele não fica limitado à digitalização de superfícies
A versatilidade do WideTEK 25-650 também aparece quando voltamos aos documentos tradicionais. Afinal, ele permite digitalizar materiais até o tamanho A2+ e pode realizar uma digitalização em menos de três segundos a 300 dpi. Por ser flatbed, também atende materiais que precisam permanecer apoiados durante a captura.
Além disso, com o módulo opcional de iluminação traseira, o equipamento amplia ainda mais suas possibilidades, permitindo trabalhar com materiais transparentes, como:
- radiografias;
- negativos;
- cartões de microfilme;
- estênceis.
Assim, diferentes necessidades de digitalização podem ser concentradas em uma única solução.
Um scanner para demandas que fogem do convencional
Nem toda necessidade de digitalização começa e termina em uma folha A4. Empresas, instituições, indústrias, laboratórios e acervos podem lidar com materiais de diferentes tamanhos, formatos e características. Nesses casos, contar com um equipamento mais versátil permite ampliar as possibilidades de captura sem abrir mão da qualidade e da produtividade.
O Image Access WideTEK 25-650 reúne digitalização A2+, alta velocidade, captura de superfícies com relevo e possibilidade de trabalhar com materiais transparentes, tornando-se uma alternativa para operações que precisam ir além da digitalização convencional.
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